quarta-feira, 6 de maio de 2009

A Simone e eu :)

terça-feira, 28 de abril de 2009

A nossa participação

quarta-feira, 22 de abril de 2009

ARTIBYTES 2009

Será interessantissimo, um programa de dois dias repletos de informação e temas variados.
O segundo ano do Mestrado de Educação e Comunicação Multimédia estará bem representado, através dos alunos, José Nunes, Luis Mota, Rita Rasteiro, Rui Andrade, Sofia Alves, Elisabete Gouveia, Lucilia Mendes, Cândida Coxo, Cristina Louro, Cristina Matos, Claudio Sousa, Graça Bento e Carlos Carvalheiro.
Os temas a apresentar serão variados, de acordo com a aplicação do estágio que desenvolvem.
Desejo que tudo corra bem !!!
Para mais informações, poderá ser consultado

sábado, 11 de abril de 2009

4º Ano de Realização

O Artibytes vai realizar-se pela quarta vez este ano na ESES. Reúne vários participantes da Escola , assim como conta com a presença de especialistas nacionais e internacionais. A minha participação e de outra colega, Simone Antunes, resume-se à apresentação de um poster, panfletos e video sobre o Mestrado Educação e Comunicação Multimédia.

terça-feira, 3 de março de 2009

Breves

by Mónika segunda-feira, 02 Março 2009
Novo apoio só para mulheres
Fecha-se uma porta, abre-se uma janela. Numa altura em que chega ao fim um programa de apoio ao empreendedorismo feminino, o Governo acaba de anunciar que já no final deste mês será lançado um novo fundo para financiar a iniciativa empresarial das portuguesas.
A informação foi avançada pelo secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, Jorge Lacão, que dá assim conta da crescente preocupação com o estímulo do empreendedorismo feminino, dado o seu importante contributo para a produtividade e competitividade nacionais. O programa de financiamento a «Projectos de Empreendedorismo Feminino Qualificado», que esteve aberto a concurso até 2 de Março, tem como finalidade apoiar novas empresas, mas também investimentos relativos a empresas com menos de três anos de actividade, classificadas como PME. A inovação dos modelos de negócio é o factor crucial de elegibilidade dos projectos que se candidataram ao concurso, os quais serão também avaliados na perspectiva da adopção de processos associados à economia do conhecimento, à investigação e desenvolvimento e ainda às novas tecnologias. As empreendedoras que não se candidataram ao programa de apoios que agora encerrou o prazo de candidaturas podem, portanto, começar desde já a preparar a apresentação do seu projecto ao novo financiamento que se avizinha.
retirado de:

segunda-feira, 2 de março de 2009

Breves

Editado pela equipa da Casa dos Bits
segunda-feira, 02 Março 2009
Governo distribui Magalhães em Cabo Verde
Além dos seus bens pessoais, na visita que prepara para a próxima semana a Cabo Verde José Sócrates levará na bagagem 12 mil computadores Magalhães. A oferta do Governo português enquadra-se num programa local denominado “Mundo Novo”, que se estenderá ao longo dos próximos anos e que deverá entrar em funcionamento já no próximo ano lectivo. A iniciativa Mundo Novo pretende fazer chegar um computador pessoal ligado à Internet a todos os alunos, do ensino primário ao superior, bem como os professores daquele país. No total, prevê-se a distribuição de 150 mil computadores a todos os níveis de ensino, segundo a ministra da Educação e Ensino Superior de Cabo Verde, Vera Duarte, citada pela Lusa. Os primeiros 12 mil Magalhães serão distribuídos aos alunos do Ensino Básico Integrado e do sétimo e oitavo ano de escolaridade.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Porque não usar um avatar para uma aula diferente ?


Get a Voki now!

A evolução da WEB

Web 1.0
Foi a primeira geração de internet. Tinha como vantagem a quantidade de informações disponíveis, embora o seu conteúdo fosse pouco interactivo. O utilizador ficava no papel de mero espectador das páginas que visitava. Não conseguia, nem tinha autorização para alterar seu conteúdo. Basicamente esta fase, foi direccionada ao desenvolvimento desta grande plataforma que se chama internet e desenvolver a capacidade de depositar conteúdos e informação para consulta.
Web 2.0
Get a Voki now!
O termo Web 2.0 é utilizado para descrever a segunda geração da internet, ou seja, reforça o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais. Pretende-se que o ambiente on-line se torne mais dinâmico e que os utilizadores colaborem para a organização dos seus conteúdos. Assim, a Web 2.0 tem essencialmente a ver com a criação de ambientes propícios à evolução e manutenção de redes sociais e ambientes colaborativos. É na sua maioria de carácter gratuito, disponibilizando sites e ferramentas, para que os seus utilizadores possam criar os seus próprios documentos. Disponibiliza também interfaces de programação de aplicativos que permitem a comunicação com outros sites.

Na disciplina de Aplicações Informáticas, foi-nos pedido um trabalho na WEB 2.0, utilizando qualquer das ferramentas ao dispor. Optei por criar um Hi5, e depois apresentar a minha opinião concreta sobre este através de um podcast.
Agora, estamos prestes a entrar na terceira década - Web 3.0 – que será criar uma Web mais inteligente. Pergunto-me, será o Second Life a passagem da Web 2.0 para a Web 3.0? Enquanto plataforma totalmente aberta, permitindo o relacionamento, a partilha e a comunicação entre utilizadores de todo o mundo, embora na imagem de avatares e imagem belas virtuais.
E nas pesquisas de informação que fiz, há quem afirme que poderá ter o aspecto que a seguir se apresenta….Exemplo do que poderá vir a ser a Web 3.0

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Evolução Audiovisual ao longo dos anos

Cantigas da Rua

Este filme português é memoral, antiguissimo e a qualidade de imagem é visivel, sendo ainda a preto e branco.

Singing in the rain

A qualidade melhora e a cor aparece....

Dirty Dancing

Os vários planos de imagens captadas, o contraste das cores e as luzes são evidentes, a forma com que se faz a transição de imagens. Foi um filme que gostei bastante de ver, não apenas pela mensagem, mas pelas imagens em si.

Posso concluir e elucidar quem tinha a mesma opinião que eu, que um filme bem feito, com imagens quase de magia, precisa de horas e horas de filmagem. A luz tem de ser aquela, a luminusidade, o brilho, a posição dos actores, o evitar das sombras, as imagens a captar e as que não podem aparecer....é realmente de mestre. Não basta filmar, tal como nós nos nossos videos caseiros, em que fazemos pouco mais do que afastar, aproximar, escurecer e dar-lhe alguns efeitos especiais já pré-definidos.

De acordo com estes exemplos, não há qualquer dúvida de que a evolução não pára e não espera por ninguém. Quanto mais originais, quanto mais tecnologia, quanto mais capacidade de desenvolver, melhor será o que se tem para assistir, como se de magia se tratasse.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Metodologia do projecto tecnológico

Professora Doutora Maria da Costa Potes Franco Barroso Santa-Clara Barbas

Professor Doutor Vito José de Jesus Carioca

Cartaz que serviu de apresentação ao nosso projecto

Nesta disciplina, fomos distribuídos por grupos e temas, para que procedessemos á elaboração de um projecto, em parceria com um organismo. O meu grupo, ficou com o tema " Protecção Verde", em colaboração com o Governo Civil de Santarém, com o objectivo de criar uma ferramenta digital para sensibilização das crianças e jovens, dos cuidados a ter para evitar os incendios.

Para começar, acompanhados pelo Dr. Carlos Catalão, representante do Governo Civil, fomos visitar um bom exemplo de cuidados a ter com uma floresta. Foi um dia cansativo, mas super divertido, tiramos variadissimas fotografias, filmamos também, com o objectivo de fazer um CD interactivo, de informação relevante sobre cuidados a ter com as florestas. Construímos videos utilizando a ferramenta do MovieMaker e do Pinnacle e finalizamos com o flash, reunindo todo o material, informação e videos, num CD com a imagem de uma floresta e o simbolo da gota de água a cair e a rodear a imagem. Apesar de trabalharmos maravilhosamente bem em conjunto, foram precisas muitas horas, em que abdicamos completamente das nossas familias e aprendemos a conviver e a depender dos três durante muitos dias. Além da composição gráfica, houve um registo completo das tarefas, datas e horas gastas ao longo do trabalho no DOTPROJECT. Para este projecto estar concluído, além do CD com capa e imagem gravada, seria apresentado juntamente com um cartaz exposto acima do texto. Fica aqui o agradecimento ao Governo Civil de Santarém que participou e proporcionou a possibilidade da elaboração deste trabalho.

Equipa Multimédia

domingo, 25 de janeiro de 2009

Realização Audiovisual

Professor Doutor José Manuel Soares

Quem não se lembra deste filme, da abelha Maia, do Marco e da Heidi, da sua qualidade de imagem que na altura para nós era excepcional ?
E agora, com as imagens trabalhadas, alteradas e a três dimensões? Com os milagres da tecnologia, conseguimos dar mais luz de um lado das imagens , emagrecer ou aumentar partes que nos interessem, mudar a cor dos olhos, do cabelo, aumentar os lábios....A tecnologia foi evoluindo, melhorando e trazendo novas conquistas ao nivel da imagem e multimédia.

O que nós estudamos

1. Planificação de documentos audioscriptovisuais Argumento, guião, storyboard 2 Conceitos fundamentais Variedade de suportes e formatos de documentos av:
Cinema – suporte – película
formatos – 8mm, 16mm, 35mm e 70mm
Televisão/Vídeo – suporte – fita magnética formatos – 3/4, 16/9
Diaporama – suporte visual – película,
suporte áudio – fita magnética formato – diapositivos 35mm
Multimédia – suporte CD-Rom, Internet, etc. formatos – 800x600, 1024x769, etc
Tipos de documentos, no que respeita a conteúdos:
Didácticos – espectro curto de informação (só o essencial) mostrada de forma a proporcionar aprendizagem de conteúdos específicos. Exemplos (jogos para aprender a contar ou a ler, etc.)
Educativos – espectro médio de informação Exemplos (documentários sobre a vida de animais, etc.)
Educacionais – espectro largo de informação Exemplos (filmes, etc.)
Outras classificações de docs
Publicidade / Propaganda
Tipos de registos (ficção – comédia, drama, acção, terror, suspense), Documentário (científico, actualidades)
2.1 Fases da realização audiovisual [CESCO, G., GALVANO, F. (1977), Fotografia. Cinema.
Projectores, Lisboa: Ed. Ática, Círculo de Leitores].
Pré-realização – argumento, guião, storyboard
Contactos (pessoas e locais) e contratos, etc.
Realização – filmagens
Pós-realização (pós-produção) – mistura áudio e montagem
Distribuição e divulgação
2.2 Composição de planos [HUYGHE, R. (1998), O Poder da Imagem, Lisboa: Edições 70].

Tipos de composição (formas e cores)

Composições centradas

Composições simétricas

Composições equilibradas

2.3.1 Escala de planos, ângulos de captação de imagem e movimentos de câmara Escala de planos:

Planos afastados (PG – Plano Geral, PC – Plano de Conjunto, PA – Plano Americano)

Planos médios (PI – Plano Inteiro, PM – Plano Médio)

Planos aproximados (PP – Plano de Peito, GP – Grande Plano, PP – Plano de Pormenor)

Ângulos de captação de imagem:

Picado – diminui personagens Contra-picado – engrandece personagens

Movimentos de câmara

ZOOM (movimento mecânico) Panorâmicas (laterais / verticais – câmara roda mantendo um eixo fixo) Travellings (câmara desloca-se em todos os eixos)

2.3.2 Noções de equilíbrio formal de imagens em movimento

Campo e contra-campo Efeitos de ligação entre planos (racord) Vectores de objectos / personagens em movimento

2.4 Iluminação [GIGLI, Amadeo (1983), A Luz que Tira Retratos – O Segredo da Fotografia, Lisboa: Ed. Caminho.

LANGFORD, Michael (2003), Fotografia Básica – 5ª ed., Lisboa: Dinalivro].
Iluminação natural / iluminação artificial (luz de tungsténio)
Temperatura de cor
Dominantes cromáticas
Diferença cor/tom
Como conclusão, deixo aqui um pequeno video com a evolução da imagem ao longo dos anos.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Jornalismo

Professora Doutora Teresa Maia e Carmo
O jornalismo no meu entender é a arte de informar, e informar passa por bem informar.
Hoje o bom jornalismo, toma uma posição de ataque, noticias em primeira mão e perpetuadas no tempo são essenciais para quem o representa, ser o primeiro e saber mais, mesmo que implique transmitir sem confirmar, abusar das imagens e das acusações, é a excelência. É colocado o bom jornalismo, um pouco de parte em detrimento do sensacionalismo, ou seja, a televisão, o jornal ou revista, procuram aumentar o seu nível de audiências, fazendo referência a problemas intímos e pessoais, noticias de choque, colocando programas em que expõem as pessoas ou telenovelas em excesso. Depois há aquelas desgraças que se perpetuam, como o caso português de Joana, Madie, ou agora o ultimo caso, da aluna e professora por causa de um telemóvel, noticias de abertura de todos os jornais televisivos, debates, preocupações da escola, expulsão da aluna, professora, condenação dos colegas. Também esta situação será explorada ao seu limite e até que o publico se canse dela. Não se entenda com isto que sou contra estas transmissões, não é verdade, pois quando se transmite no sentido de informar, alertar e ensinar, sou a primeira a defender, quando se explora uma situação e se massacra com a mesma noticia então sim, sou absolutamente contra.

Há o poder pela busca de audiências, visível, procurando ir ao encontro dos seus utilizadores de modo a aumentar as vendas. É incrível o número de pessoas, de vários estratos sociais que adoram uma boa telenovela ou um bom reality show, preferencialmente se houver discórdia e violência.

Não há duvida nenhuma que os media conseguem manipular e orientar opiniões da comunidade em geral, também têm uma função eficaz na medida em que alertam para determinadas situações, obrigam á alteração de legislação e por vezes constituição de nova legislação.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Comunidades de Aprendizagem - Escola Virtual

Comunidades virtuais em educação

Falar de comunidades de aprendizagem é olhar a Escola de um modo diferente do assumido pela tradição; é colocar o trabalho dos professores, alunos e demais agentes educativos numa reflexão critica; é contribuir para fazer da Escola um lugar criativo, inovador, construtor de conhecimento, ao invés de passivamente transmissor. É desenvolver processos assentes nos contextos educativos que contribuam para trazer novas motivações para se aprender na Escola sem se perder o que se aprende fora dela. É falar de aprendizagens contextualizadas, de trabalho colaborativo e cooperativo, de parcerias e de aprendizagem em comunidades de prática. O professor tem de estar preparado para ajudar na formação desse novo profissional, por um lado, e o aluno deve preparar-se para esse perfil, por outro.

Professor

Para isso, o professor de ensino a distância via Internet deve actuar de forma renovada e inovadora, optando por uma constante estratégia de renovação.

Uma dessas formas é trabalhar através de comunidades virtuais de aprendizagem, de forma interactiva, cooperativa e colaborativa. Nestas comunidades, alunos e professores, embora separados pelo tempo e pelo espaço, empenham-se em tarefas comuns, em problemas e desafios a serem resolvidos com o auxílio das ferramentas que estão a sua disposição. Para essa convergência de forças, professor e aluno devem preparar-se, pois os seus papéis tradicionais sofrem uma profunda mudança.

O professor já não poderá ser um transmissor de conteúdos parado no tempo, “aquele das conhecidas fichas que serviam para todas as turmas, ano após ano.O professor deve, passar a ser um orientador. Na tarefa de orientação, ele apresenta modelos, faz mediações, explica, redireciona atenção e oferece opções aos seus alunos na construção do conhecimento. Cabe-lhe decidir o seu grau de envolvimento e intervenção nas variadas actividades de uma comunidade virtual de aprendizagem. Pode optar, por exemplo, por se excluir de discussões, dando maior liberdade aos alunos, ou manter uma presença forte para corrigir, informar, opinar e convidar os alunos para participarem. O professor deve ser capaz de orientar a aprendizagem por meio de perguntas adequadas em vez de dar a resposta correcta.

A experiência da construção do saber deixa de ser unilateral e passa a ser partilhada. Os sinais que indicam atitudes de discordância ou de concordância, tanto por parte do aluno quanto por parte do professor, o balançar de cabeça, os sorrisos, os gestos, um franzir de testa para indicar aprovação ou surpresa serão substituídos por palavras de incentivo e de aprovação via rede.

O professor oferece orientação e uma linha geral de trabalho; usa perguntas e sondagens para as respostas dos alunos, centrando a discussão em conceitos críticos, princípios e habilidades. Age, então, como um animador, incentivando e motivando os alunos a aprofundarem e ampliarem os conhecimentos, mais do que fariam numa sala de aula presencial.

É essencial a função social do professor on-line para a construção e manutenção de uma comunidade virtual de aprendizagem. Visto que as pessoas não têm um contacto presencial assíduo, o conhecimento delas dár-se-á sempre através da máquina. Do ponto de vista do aluno, embora ele deva participar activamente na sua comunidade e manter o diálogo com seus colegas e com o professor, uma boa parte do seu estudo será feita solitáriamente.

Para facilitar e manter a integração do grupo, o professor deve fazer o uso de apresentações dos alunos no início de um curso, e a criação de um espaço exclusivo, no ambiente virtual de aprendizagem, para interações mais descontraídas, em que o assunto deve ser qualquer um, menos o desenvolvido no curso, por exemplo, uma noticia, uma historia ou até mesmo uma anedota. O professor, participante activo também desse espaço, aproveita para criar um ambiente social amigável para promover a aprendizagem e os relacionamentos humanos; para desenvolver a coesão do grupo e sua manutenção como uma comunidade de aprendizagem. Cabe ao professor inclusivé, a tarefa de estabelecer a agenda para os momentos síncronos, se houver; informar sobre o programa e a programação do curso; estabelecer os objectivos da discussão, o cronograma, e normas para tomada de decisão; dar algumas orientações gerais iniciais, incluindo as regras para serem discutidos os assuntos ou temas, adoptadas ou adaptadas ao grupo. Uma organização e manutenção bem sucedidas, exige uma liderança forte e um direcionamento preciso. Importantissimo para o sucesso, será o professor ser competente na utilização da tecnologia para facilitar o seu desempenho, bem como o dos seus alunos durante o curso. Cabe ao professor fazer com que os alunos se sintam confortáveis no controlo do sistema e das ferramentas que o ambiente oferece.

Aluno

O aluno por sua vez, deverá deixar a sua posição de receber conteúdos e passará a ter um papel activo na construção de seu conhecimento, procurando temas que lhe interessam ou que lhe são propostos. Cabe aos alunos explorarem o material oferecido no curso e procurarem outros, relacionados com a proposta, sem nenhuma restrição. Aprender on-line envolve mais do que o domínio do software ou da familiaridade com o ambiente de aprendizagem; é preciso saber seleccionar a informação, verificar se é verdadeira e para isso deve consultar vários sites sobre o mesmo assunto.
Exemplo de comunidade de aprendizagem colaborativa

Um bom exemplo de um produto digital, fruto da inteligência colectiva, é a Wikipédia, uma enciclopédia gratuita, criada pelo norte-americano Jimmy Whales, em permanente processo de construção colaborativa pelos inter nautas do mundo inteiro. Há versões para cerca de 160 idiomas, incluindo o português. São cerca de 450 mil verbetes em inglês o que a torna quatro vezes maior do que a Enciclopédia Britânica. O seu logótipo é um globo terrestre recortado como peças de um quebra cabeças com símbolos de línguas diversas. Várias peças são agrupadas formando o globo terrestre, simbolizando a colaboração, mas um pequeno espaço vazio indica que o conhecimento não está acabado. O conteúdo é aberto, pode receber novos temas, ser modificado, ou aumentado por qualquer pessoa e distribuído livremente. A tecnologia Wiki é um software colaborativo que permite a qualquer pessoa construir ou editar, facilmente, conteúdos num site na web. A Wikipedia é uma obra aberta, em progresso e metaforiza o conceito de inteligência colectiva tanto no que diz respeito à colaboração quanto à distribuição por toda parte, pois o seu conteúdo é produzido por muitos e não está localizado aqui ou ali, mas no espaço virtual colectivo, produzido pela energia de muitas pessoas que inserem temas novos, editam o que já está publicado ou ampliam os conteúdos já disponíveis.Ao contrário das enciclopédias tradicionais que tinham a pretensão de esgotar todo o conhecimento humano, dentro de uma determinada época, a Wikipédia simboliza a nova visão de que o conhecimento é mutável e está em constante construção. Conclusão Nesta fase de transição em que nos encontramos, ainda predomina nas escolas o modelo disciplinar, centrado no professor, método que ainda utilizo no local onde dou formação, enquanto que as comunidades de aprendizagem exigem mais interdisciplinaridade e centralização no aluno, para aproveitar todo o potencial participativo, método utilizado ao longo do mestrado.

Até agora predomina o uso dos ambientes virtuais em situações pontuais, como por exemplo em fóruns, para discussão de tópicos específicos e essencialmente no ensino superior. O conceito de comunidade implica compromissos mais amplos e constantes do que os de realizar tarefas isoladas. Por isso as comunidades virtuais de aprendizagem, para cursos semi-presenciais ou á distância, pressupõem modelos educacionais mais centrados nos alunos e na aprendizagem flexível pessoal e grupal.

No entanto com as facilidades na aquisição de material tecnológico por parte dos estudantes portugueses, acredito que não demoraremos muito para que este sistema seja implementado.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Argumento Interactivo

Professora Doutora Maria da Costa Potes Franco Barroso Santa-Clara Barbas
Foram sessões presenciais e por e-learning, com uma comunicadora excelente, de grande simplicidade e sabedoria.
Falamos da importancia do ensino b-learning, em que se, por um lado em espaço de sala de aula, partilhamos conhecimentos e experiências, por outro, em sessões virtuais há que procurar enriquecer o nosso conhecimento através da pesquisa e da partilha de informação na plataforma.
Debatemos o tema apresentado sobre e-social conections , em que começam a existir mudanças, apresentando-se a internet cada vez mais completa ao nivel da informação disponivel, com um maior numero de espaços colaborativos e de partilha.
O e-learning provoca uma mudança relativamente ao ensino tradicional, em que os utilizadores (alunos) podem construir o seu conhecimento sem barreiras de horários, o professor deixa de estar na posição de "oferecer" conteúdos completos e passa a estimular a busca do conhecimento através da pesquisa, da partilha e da participação activa.
Aprendemos a utilizar testes de acessibilidade (quem envolvem utilizadores, situações e ambiente), usabilidade (clareza na arquitectura da informação, facilidade de navegação, simplicidade, relevância dos conteúdos coerência e rapidez) e SEO (para que um site esteja optimizado para os motores de busca terá que ter uma estrutura adequada e clara para que os “Robots”, responsáveis por percorrer automaticamente as páginas da Internet em busca de documentos, possam indexá-los, analisá-los e monitorizá-los para verificarem se existem alterações no seu conteúdo), por forma a analisar sites e verificar sobre a sua navegação.
Em trabalho colaborativo navegámos e avaliámos paginas publicadas on-line através de instrumentos de avaliação (acessibilidade, usabilidade e SEO disponíveis na plataforma). Apresentando um relatorio final com as conclusões e proposta de melhorias.
Concluímos que a planificação e construção de hiperdocumentos, têm regras a ser cumpridas, aspectos como a legibilidade tipografica do documento, a utilização de vocabulário acessivel, a inclusão de imagens, e aplicação de hiperligações para outros documentos.
Quanto á construção escrita dos documentos, devemos considerar os seguintes indicadores :
a) Criar um título informativo
b) Considerar alguns “indicadores” para a construção do 1º parágrafo
c) Considerar alguns “indicadores” para o corpo do texto c.1) concepção do conteúdo c.2) Realçe de conteúdos ao longo do texto c.3) alinhamento do texto c.4) introdução de hiperligações
d) Considerar alguns “indicadores” para a construção do final do texto

Moodle - o que é ?

Moodle é um software livre, de apoio à aprendizagem, executado num ambiente virtual. A expressão designa ainda o sistema de aprendizagem em trabalho colaborativo baseado nesse programa. O conceito foi criado em 2001 pelo educador e cientista computacional Martin Dougiamas. Voltado para programadores e académicos da educação, consiste num sistema de administração de actividades educacionais destinado à criação de comunidades on-line, em ambientes virtuais voltados para a aprendizagem colaborativa. Permite, de maneira simplificada, a um estudante ou a um professor integrar-se, estudando ou leccionando, num curso on-line à sua escolha. Nas palavras do próprio Dougiamas, baseando-se na pedagogia sócio-construtivista: (...) não só trata a aprendizagem como uma actividade social, mas focaliza a atenção na aprendizagem que acontece enquanto construímos activamente artefactos (como textos, por exemplo), para que outros os vejam ou utilizem. O programa é gratuito e pode ser instalado em diversos ambientes (Unix, Linux, Windows, Mac OS) desde que os mesmos consigam executar a linguagem PHP. Como base de dados podem ser utilizados MySQL, PostgreSQL, Oracle, Access, Interbase ou ODBC. É desenvolvido colaborativamente por uma comunidade virtual que reúne programadores e pesquisadpores de software livre, administradores de sistemas, professores, designers instrucionais e usuários de todo o mundo. Encontra-se disponível em diversos idiomas, inclusive em português. Muitas instituições de ensino (básico e superior) e centros de formação estão a adaptar a plataforma aos próprios conteúdos, com sucesso, não apenas para cursos totalmente virtuais, mas também como apoio aos cursos presenciais. A plataforma também vem sendo utilizada para outros tipos de actividades que envolvem formação de grupos de estudo, treinamento de professores e até desenvolvimento de projectos. Muito usado também na Educação à distância. Outros sectores, não ligados à educação, também utilizam o Moodle, como por exemplo, empresas privadas, ONGs e grupos independentes que necessitam interagir colaborativamente na Internet.
Os cursos Moodle podem ser configurados em três formatos, de acordo com a actividade a ser desenvolvida:
  • Formato Social – em que o tema é articulado em torno de um fórum publicado na página principal;
  • Formato Semanal - no qual o curso é organizado em semanas, com datas de início e fim;
  • Formato em Tópicos - onde cada assunto a ser discutido representa um tópico, sem limite de tempo predefinido.

Os recursos disponíveis para o desenvolvimento das actividades são:

Materiais Avaliação do Curso Chat Diálogo Diário Fórum Glossário Lição Pesquisa de Opinião Questionário SCORM Tarefa Trabalho com Revisão Wiki

Aplicações Informáticas - o que aprendi

Professor Doutor Nuno Bordalo Pacheco
Professor Doutor Mauricio Dias
Em Aplicações informáticas, foram dois professores, sendo um a obrigar-nos a pesquisar, pensar, concluir e criar opiniões próprias sobre determinados assuntos e outro empenhado em nos ensinar a parte prática.
Nesta disciplina, basicamente pesqisamos temas sobre as diferentes formas existentes no ensino, presencial, semi-presencial e á distancia, verificando as diferenças entre elas, vantagens e desvantagens de cada. Como base de sustentação para nos habituarmos á plataforma, teríamos que participar em foruns á medida que eram criados, fossem para pedir ajuda aos colegas, para informar sobre acontecimentos, ou apenas para discutir temas.
- Foi criado uma opção " Diario de Aprendizagem", que tal como o nome indica, poderíamos escrever tal como num diario, as nossas preocupações, dificuldades e gostos relativamente aos temas a desenvolver, assim como comentar as nossas aprendizagens.
- Navegavamos pela plataforma e discutiamos as suas funcionalidades uns com os outros através da mesma.
Outra tarefa a desenvolver, foi escolher um tema, descritos em dois documentos á nossa disposição:
  • Papel do e-Formador
  • Modelos de tutoria para ensino a distância

Pesquisar sobre o mesmo, chegar a conclusões correctas e apresentar o mesmo em powerpoint, colocando-o no portefolio do Curso, como forma de gerar um enriquecimento de assuntos e temas para partilharmos todos.

Aprendemos também a criar em grupo uma disciplina em Moodle, que teríamos de gerir, sendo os nossos próprios colegas os nossos alunos inscritos, provocando motivação aos mesmos com pequenas tarefas para desenvolver, além de utilizarmos a funcionalidades disponiveis, de video, imagem, textos, inclusão de jogos, música, etc.

Outro trabalho foi em Joomla, em que seria criado um site, com toda a informação que entendêssemos necessária e apresentá-lo aos colegas.

O Flash, foi também referido, apresentando cada um de nós um pequeno exercicio, para comprovar as nossas aprendizagens e competências.

Debatemos a evolução da web, como é obvio e decerto que neste momento já estarei muito desactualizada, relativamente ás afirmações e conclusões retiradas á data. Pelo que reservarei um comentario só para este tema.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Criação e Manutenção de Comunidades de Aprendizagem

Uma comunidade consiste num grupo de pessoas que têm algum interesse em comum – religioso, científico, político, cultural – e que procuram, em conjunto, atingir objectivos semelhantes. As tecnologias de comunicação foram sempre instrumentos importantes para se criarem interesses comuns e, consequentemente, comunidades. O aparecimento das redes de computadores no final da década de 60 (especialmente a invenção do e-mail e a reunião por computador no início dos anos 70) causou um impacto profundo, transformando não apenas as oportunidades tecnológicas como também as possibilidades sociais, revolucionando assim o nosso conceito sobre a habilidade de simular novas comunidades. Comunidades virtuais são diariamente criadas e desenvolvidas em áreas intelectuais, sociais, recreativas, e, especialmente, na educacional. A “Rede”, além disso, causou uma mudança no paradigma educacional, ao dar prioridade à interação social, à aprendizagem colaborativa e às comunidades de aprendizagem.

Interacção Social
Segundo Lévy (1999) e Palloff & Pratt (1999), uma comunidade virtual é formada a partir de afinidades de interesses, de conhecimentos, de projectos mútuos e valores de troca, estabelecidos num processo de cooperação. Elas não são baseadas em lugares e filiações institucionais, muito menos em "obrigações", sejam elas de que tipo for. Um curso não é "concluído" por um aluno, "porque sim". Para que este o conclua é necessário que tenha algum envolvimento, motivação, etc. E esta motivação deve ser bem mais consistente do que uma ordem de um superior. Lévy (1999), afirma que nas comunidades virtuais de aprendizagem, as relações on-line estão muito longe de serem frias, pois não excluem as emoções. Entre os participantes de comunidades virtuais também se desenvolve um forte conceito de "moral social". Uma espécie de código de conduta, um conjunto de leis não escritas, que governam as suas relações, principalmente com relação à pertinência das informações que circulam na comunidade.

Aprendizagem Colaborativa A "moral" de uma comunidade virtual é a da reciprocidade, ou seja, se aprendemos algo ao ler e a trocar mensagens, é preciso também expressar o conhecimento que temos quando uma situação/problema/tema for formulado. A responsabilidade de cada um envolvido no processo, a opinião pública e o seu julgamento aparecem naturalmente no ciberespaço, pois, durante os processos de interacção, os participantes activos constroem e expressam competências, que são reconhecidas e valorizadas de imediato pela própria comunidade.

Comunidade Virtual de Aprendizagem Torna-se bastante importante referir que, se deve garantir a total liberdade de opinião, que deve ser ampla e igualmente distribuída a todos os participantes de uma comunidade, sendo que, as regras que regulam as interacções devem ser construídas na colectividade. Isso não é censura, muito pelo contrário, é o que possibilita o surgimento de novas formas de opinião pública. Comunidades virtuais são como ‘organismos vivos’ e em constante ‘mutação’ e a tendência à dispersão é grande. Este aspecto requer dos moderadores uma atitude atenta.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Feliz Ano Novo

Desejo a todos os meus familiares, amigos, colegas e até aos menos conhecidos e desconhecidos, mas que por esta página tenham passado, o melhor para o novo ano 2009. Tal como todas as mensagens que enviamos e recebemos, faço votos para que, todos os desejos sejam concretizados, muitos sucessos e vitórias alcançadas, alegrias, saúde, paz, amor e felicidade.

A nossa primeira tarefa

Uma das primeiras tarefas que surgiu, foi exactamente para nos ambientarmos á plataforma Moodle:
- Apresentarmo-nos, incluindo a nossa fotografia e falando um pouco de nós;
- Foi criado uma opção " Diario de Aprendizagem", que tal como o nome indica, poderíamos escrever tal como num diario, as nossas preocupações, dificuldades e gostos relativamente aos temas a desenvolver, assim como comentar as nossas aprendizagens.
- Navegámos pela plataforma e discutimos as suas funcionalidades uns com os outros através da mesma.

Edital do Mestrado

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM
Escola Superior de Educação de Santarém
EDITAL MESTRADO EM EDUCAÇÃO E COMUNICAÇÃO MULTIMEDIA (2º ciclo de Bolonha) - Despacho 4705/2008 – DR 37 2ª Série de 21/2/2008
ABERTURA DE CANDIDATURAS Pré-requisitos - Computador portátil com ligação à rede Wireless
Condições de acesso - Licenciatura em Educação e Comunicação Multimédia; Artes Plásticas e Multimédia; Jornalismo; Comunicação Social; Ciências da Comunicação; Educação Social; Animação Cultural e Educação Comunitária; Informática; Informática de Gestão; Matemática Aplicada e Computação; Marketing; Gestão; Administração Ciências da Educação; qualquer licenciatura em Ensino (educação pré-escolar, básico e secundário).
Podem ainda ser admitidos candidatos na posse de qualquer licenciatura com experiência nas áreas de ensino, informática, comunicação e multimédia.
São critérios de selecção e ordenação dos candidatos: Classificação da licenciatura Participação em projectos de investigação ou inovação tecnológica Publicações e comunicações Autoria de aplicações em áudio-scripto-vídeo Participação em acções de formação com mais de 10 horas Colaboração com a ESES em estágios Colaboração com a ESES em projectos
N.º de Vagas – 30
Horário previsto - B-Learning (2ªs feiras com 3 aulas presencias obrigatórias por semestre e os outros períodos lectivos a distância recorrendo à plataforma Moodle)
Júri de selecção dos candidatos - Maria Barbas (Presidente); Ramiro Marques (Vogal); Jean Campiche (Vogal) Período de candidaturas – 15 a 30 de Setembro (Secretaria da ESES)
Os candidatos devem entregar 3 exemplares do Curriculum Vitae, certificado de habilitações e cópia do BI Afixação das pautas:9 de Outubro
Propinas - 3400 euros (podem ser pagas em 3 prestações: 2000 +700+700)
Duração normal do curso - 2 anos (4 semestres) Plano de Estudos Aplicações Informáticas (18 créditos) Fundamentos de Lógica e Algoritmos de Programação (9 créditos) Argumento Interactivo (3 créditos) Metodologia do Projecto Tecnológico (8 créditos) Jornalismo (4 créditos) Realização Audiovisual (5 créditos) Televisão (4 créditos) Marketing e Publicidade (5 créditos) E-Government (4 créditos) Arte Digital (9 créditos) Estagio Profissionalizante (30 créditos) Seminário – Análise, concepção e produção de relatórios de estágio (12 créditos) Comunicação Interpessoal (9 créditos)
Número de créditos: 120 - Segundo o sistema europeu de transferência de créditos, necessário à obtenção do grau ou diploma. As aulas decorrerão em formato de B-Learning, ou seja, a distância e nas instalações da ESES (3 momentos obrigatórios), às 2ªas feiras.
Início previsto: 27 de Outubro Santarém, Setembro de 2008.
A Presidente do Instituto Politécnico de Santarém Maria de Lurdes Esteves Asseiro